Pesquisa Customizada – AlphaSurvey

9 de maio de 2012
por HBSnet

A HBSnet apresenta ao mercado a Pesquisa Customizada AlphaSurvey, mais um serviço da Alphabase.


A Pequisa Customizada é uma Pesquisa Online, via Internet através de disparo de email marketing para base da Editora Abril (Alphabase).

Pode ser feita a qualquer momento permitindo pesquisas rápidas, adaptadas a diferentes necessidades.

Destinada para qualquer empresa que tenha interesse em conhecer o seu público, saber sobre como sua marca é reconhecida pelo mercado, podendo inclusive interagir com este público imediatamente.

Ente em contato conosco e saiba mais !!!

(31) 2121-7000 – Alphabase Minas

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Alphabase 2012 – Vale a pena conferir…..

9 de maio de 2012
por HBSnet

Ente em contato conosco e saiba mais o que podemos fazer pelo seu negócio !!!

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Dados grávidos – Como empresas e políticos sabem mais de você do que você mesmo

12 de março de 2012
por HBSnet
Com o AlphaSurvey (Pesquisa de Qualificação) e o AlphaIntegration (Enriquecimento de dados), você pode ter mais conhecimentos sobre o consumidor e antecipar as suas necessidades.
Ligue agora: (31) 2121-7000 – Alphabase
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História de Sucesso…..
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Dados grávidos – como empresas e políticos sabem mais de você do que você mesmo

Nos EUA, um pai ficou indignado ao encontrar, na sua caixa de correio, cupons de desconto para roupas de bebê enviados por uma cadeia de varejo em nome de sua filha menor de idade. Acusou a loja de tentar induzir a garota a ser mãe precocemente. Mas, após confrontar a adolescente, descobriu que a filha já estava grávida. Só ele não sabia.

Os estatísticos da loja de departamentos Target não tiveram acesso a nenhum teste de gravidez. Apenas inferiram que aquela consumidora iria dar à luz cruzando informações de compras: a mudança no seu padrão de consumo era consistente com o de outras grávidas. Foram tão precisos quanto um exame de ultrassom.

A história -quase boa demais para ser verdade- ilustra reportagem do “New York Times” intitulada “Como companhias aprendem os seus segredos”. A rigor, não são dos segredos de uma pessoa, mas dos hábitos da multidão que as empresas estão atrás. Juntando os seus aos meus, descobrem os nossos. Tudo para determinar padrões e prever comportamentos. No conjunto, somos muito mais parecidos uns com os outros do que gostamos de admitir.

Na reportagem, analistas da Target revelaram, orgulhosos, como são capazes de prever, com pequena margem de erro, a data do parto ou o sexo da criança. Tudo com base no consumo de loção de pele, na quantidade de tufos de algodão comprados e na cor do tapete encomendado para o quarto do bebê. Esses itens fazem parte de uma cesta de 25 produtos que compõem o “índice de predição de gravidez” criado pela loja. Não é piada, é dinheiro.

Você pode achar que ninguém está prestando muita atenção em como usa seu cartão de crédito, no que faz com seu mouse e com seu celular ou por onde você anda com seu carro, mas isso não muda o fato de que há gente cuja missão profissional é colecionar, organizar e analisar dados sobre você. É íntimo, mas não é pessoal: é universal.

No mundo do chamado “Big Data”, o nome importa menos que o CPF, que o endereço eletrônico ou que o número do cartão de crédito. Importante é juntar dados sobre a maior massa possível de consumidores, contribuintes, motoristas e internautas. Não para espioná-los -em princípio-, mas para transformar cada um deles num código numérico unificado. Afinal, há menos algarismos do que letras, o que agiliza a computação.

Há cada vez melhores aplicativos para reconciliar bilhões de dados de diferentes origens com o objetivo de determinar que o dono do CPF “tal” é também a pessoa por trás daquele email, deste cartão de crédito, de certo endereço I.P. e -por que não?- de um determinado título de eleitor.

Na caça ao seu voto, políticos fazem “microtargeting”. O site Pro Publica relatou como um casal norte-americano recebeu ao mesmo tempo, enquanto ambos assistiam TV no sofá, duas mensagens diferentes do comitê de campanha de Barack Obama em seus celulares. Com palavras e argumentos diversos, elas pediam a mesma coisa: dinheiro. O site descobriu pelo menos seis versões diferentes da mesma mensagem disparadas para os celulares de possíveis apoiadores do presidente dos EUA.

A diferenciação da forma se deve a diferentes estratégias elaboradas pelos marqueteiros de Obama para diferentes perfis de eleitor. A meta é evocar o tema que mais interessa a cada um, no momento certo e do jeito que, imaginam, tornará o apelo mais sedutor -do mesmo jeito que a Target manda cupons de desconto de roupas de bebê para adolescentes grávidas pouco antes de elas darem à luz, em vez de enviar para seus pais indignados.

Enquanto isso, a Casa Branca tenta regular a fome de dados das empresas. Propôs a lei de direitos de privacidade do consumidor. O texto prevê transparência por parte das empresas, controle individual dos consumidores sobre suas informações e limites ao uso dos dados. Mas, como os emails de campanha demonstram, o próprio Obama pratica microtargeting.

No Brasil, essa técnica foi usada em campanhas de presidente e governador, em 2010. Apesar da carência de dados -quando comparadas às bases de dados dos EUA, onde o marqueteiro conhece centenas de características de cada eleitor-, estrategistas de Marina Silva e Sergio Cabral, por exemplo, conseguiram “fatiar” o eleitorado e desenvolver um tipo de campanha para cada segmento, de acordo com seus interesses e prioridades.

É algo que está fazendo falta ao governo federal. Não só para avaliar políticas públicas com eficiência, mas para mirar com precisão os interesses de cada parlamentar da chamada base aliada. Sem esse controle fino, o Planalto corre o risco de, como o pai daquela adolescente grávida, ser o último a saber das estripulias de seus afilhados no Congresso.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/2012/03/11/dados-gravidos-como-empresas-e-politicos-sabem-mais-de-voce-do-que-voce-mesmo/

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Técnicas eficientes para criação de Email Marketing

19 de outubro de 2011
por HBSnet

Criar templates de email marketing não é tarefa das mais fáceis. Não tanto pelo design, pois há profissionais criativos e mais que competentes para criar peças chamosas e atraentes. Falo do ponto de vista técnico, que é o grande responsável pelo sucesso e eficiência do email marketing, afinal, tudo começa quando a mensagem é entregue na caixa de entrada. Se o email marketing não estiver tecnicamente preparado para isso, a comunicação com o destinatário é perdida.

Tudo bem, podemos combinar que a entrega na caixa de entrada não é de inteira responsabilidade do template, pois uma série de configurações e boas práticas também precisam ser seguidas pelo remetente para que isso ocorra, mas o template carrega a importância de transmitir corretamente a mensagem para os destinatários. A dúvida é: como fazer isso considerando as mais diversas aplicações de email que eles utilizam?

Existem algumas técnicas que, para produzirem o mesmo efeito em todas as aplicações de email, precisam ser utilizadas no template, mesmo que as instruções de HTML/CSS sejam repetidas, pois algumas aplicações compreendem apenas uma delas. A seguir, confira as principais recomendações técnicas para templates de email marketing.

Imagens
Antes, o hack do display:block era recomendado apenas para o Hotmail, que acrescenta alguns pixels ao redor de todas as imagens dos emails. Recentemente, o Gmail passou a se comportar de forma semelhante, então, o hack continua válido e, agora, para estes dois clientes de email. Em todas as imagens do template, acrescente (via CSS inline) o seguinte:

style=”display:block;”

Sempre declare as dimensões das imagens no template, pois o Outlook 2007 tende a expandir a largura de uma imagem sem este atributo para a largura de uma linha inteira.

Não esqueça do atributo alt nas tags de imagens relevantes, que transmitem uma mensagem. Não trate o template de email marketing como uma página da web que é otimizada para SEO e aplica uma mesma palavra-chave aos atributos alt de todas as imagens. No email marketing, cada imagem deve ter sua descrição real.

Lembre-se que imagens de fundo não funcionam em todos os clientes de email, então, se mesmo assim você decidir utilizá-las, lembre de inserir também uma cor semelhante como alternativa de fundo, pois se a imagem não for exibida, a cor permanecerá e não prejudicará as cores de seus textos e links. Já imaginou um email inteiro escrito em fonte branca, esperando-se que o fundo com imagem em preto seja renderizado? Se a imagem não for exibida, a cor preta de fundo ainda permitirá a leitura da mensagem.

Links
Que algumas aplicações de email sobrepõem os seus próprios estilos às mensagens de email, já não é novidade. Mas isso ocorre particularmente com links, e se você quiser que a cor de link que planejou inicialmente para seu template seja mantida em todas as aplicações de email, é melhor reforçar a declaração de cor de uma maneira redundante.

Ao invés da tag , você pode usar também a tag .
O efeito sublinhado em textos já é subentendido como um link, mas se você não quiser esse aspecto para os seus, utilize a declaração em CSS text-decoration:none;

Link vermelho sem sublinhado

O Gmail tende a transformar em link, “automaticamente”, todos os textos que se pareçam com um link. Mesmo que você tenha escrito algo como “eu.também”, esse trecho de texto será renderizado para o destinatário como um link no Gmail. Você não pode evitar que ele seja clicável, mas pode formatar sua aparência de forma que ele, pelo menos, não se pareça com um link. O mesmo vale para endereços de email. Não esqueça de formatá-los com a mesma cor e efeito dos demais links da mensagem, do contrário, ele será exibido no azul clássico e com sublinhado.

Cores
Evite abreviar cores hexadecimais (por ex. #fff ao invés de #ffffff) e declarações de fonte, que podem não funcionar em alguns clientes de email.

Tabelas
O Outlook 2007 e 2010 não aceita os atributos rowspan e colspan em tabelas, que são utilizados para mesclar células na vertical e na horizontal, respectivamente. Se você fizer um envio para o Outlook testando o seu comportamento em relação a esses atributos, perceberá a confusão que ele cria neste trecho de conteúdo.

Não esqueça de determinar as larguras das células das tabelas do template. É a melhor forma de garantir que tudo esteja no seu devido lugar em todas as aplicações de email. E, se precisar trabalhar com alinhamentos precisos de conteúdos, prefira aninhar tabelas (criar uma tabela nova dentro de uma célula) do que confiar nos atributos padrão de alinhamento left, top, bottom e right.

Vídeos
Felizmente, estamos percebendo mudanças nas aplicações de email, que se adequam às necessidades multimídia de seus usuários e começam a suportar a exibição de vídeos nas mensagens de email marketing. Os webmails UOL e BOL foram os primeiros aqui no Brasil a permitir este tipo de conteúdo nas mensagens. O mesmo ocorre agora, com o novo webmail do portal R7.

Os produtos da Apple, como o Entourage, iPad, iPhone e iPod Touch, já suportam HTML5, mesmo em mensagens de email. Isso significa que podem exibir vídeos, dentro de seus clientes de email, que sejam inseridos com a tag do HTML5. Uma possível ação de mobile email marketing para estes destinatários já pode explorar o artifício do vídeo em HTML5.
Para as demais aplicações que ainda não suportam multimídia, a melhor solução é inserir uma imagem com aspecto de player de vídeo, e que tenha link para uma página da web onde o destinatário possa assisti-lo.

Essas são algumas das técnicas essenciais para templates de email marketing que têm as melhores intenções: entregar a mensagem corretamente a todos os destinatários, independente da aplicação de email que utilizem. Claro que existem muitas outras, mas que, se relatadas aqui, poderiam construir um verdadeiro manual de email marketing. Porém, seguir estas recomendações já é um passo e tanto em direção ao envio perfeito! Sucesso a todos!

Fonte: http://blog.abnix.com.br/tcnicas-eficientes-para-criar-templates-de-email-marketing/

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A importância do campo Assunto do seu email marketing

30 de junho de 2011
por HBSnet

Email MarketingAo falar de e-mail marketing é claro que a primeira coisa a se mencionar é a importância do campo “Assunto”, pois é o primeiro contato que o seu alvo irá ter com seu e-mail. Se os seus e-mails requerem frases agressivas para se obter um melhor retorno, cuidado, pois você tem um grande desafio a enfrentar.

Trabalhar a sua linha de assunto pode resolver parte do problema, mas não deixe de olhar o todo. Assuntos agressivos para se obter retorno significa que o seu conteúdo não é atrativo assim como a sua marca não é conhecida, nem tão pouco confiável.

Melhorar os elementos fundamentais do seu e-mail como um bom conteúdo, layout claro e adequado ao seu público, combinado com a abordagem direcional da sua linha de assunto, provavelmente terá um impacto maior do que pequenos ajustes, como por exemplo, campos de assunto mais agressivos.

Campo “Assunto” – Fatores de Sucesso para o seu email:

Campo De/From: Se você tem uma marca reconhecida e confiável, então a sua linha de assunto, teoricamente, não deveria importar tanto quanto a de uma marca menos conhecida.
O valor do conteúdo: O seu e-mail tem valor agregado? Se assim for, os destinatários serão mais propensos a se envolver, independentemente da linha de assunto, porque eles sabem que terão acesso a um conteúdo de valor.

O Campo Assunto: Se quase todos os e-mail que você envia é alguma variação em “Última chance para frete grátis” ou “Desconto de 15% e frete grátis até sexta-feira,” então você precisa trabalhar melhor a sua marca e o conteúdo dos e-mails que divulga para que o seu assunto não necessite ser tão apelativo, pois quanto mais apelativo mais será necessário trabalhar para conseguir a atenção do seu público.

Personalidade dos emails: Os seus e-mails tem personalidade? Humor e analogias são bem vindas, mas essas linhas de assunto geralmente são direcionais para um público específico. Cuidado.

Emails personalizados: Um email abordando o abandono do carrinho ou de “Feliz Aniversário” é muito mais relevante do que um e-mail genérico. A menos que a linha de assunto seja extremamente pobre, e-mails desse tipo geram um efeito muito melhor do que um email genérico, sem personalização.

E-mail móvel: Enquanto muitos dispositivos móveis como o iPhone, iTouch e iPad mostram toda a linha de assunto de um e-mail, outros, como o BlackBerry tendem a mostrar menos de 10 caracteres, portanto pense nisso na hora de enviar suas mensagens.

As Experiências dos Clientes: Pessoas que compraram de você no passado pode ser mais propensos a ler suas mensagens. Mas, ao invés de esperar que algo lhes chame a atenção novamente, você pode enviar e-mails com base no que eles compraram e em outros tipos de comportamento.

Objetivos: O papel das mensagens de e-mails ajuda a determinar o valor e a importância do campo de Assunto. E-mails transacionais, como confirmações de pedidos e avisos de embarque muitas vezes tem campos de assunto sem muito apelo, mas têm as maiores taxas de retorno por que elas são relevantes.
Avisos de renovação, avisos de cobrança e afins também são altamente relevantes, mas a criatividade pode ter um grande impacto. Por exemplo, em vez de “Sua Assinatura da Revista XYZ está prestes a expirar”, tente “Você está preparado para perder o acesso a dicas exclusivas da XYZ?

Forma de Visualização: No mundo B2B, muitos destinatários veem o topo de uma mensagem de email através do painel de visualização do programa de email. Assim, a parte superior do e-mail pode até mesmo ser mais importante do que o campo de assunto.

Frequência X Qualidade: A freqüência combinada com uma variedade (ou falta) de campos de assunto desinteressantes pode acelerar a retirada. Quatro e-mails por semana, a partir da mesma empresa, com linhas de assunto que são variantes de “Off 20%” e “frete grátis”, pode colocar vários destinatários para dormir. Você não precisa apenas de uma nova abordagem para as linhas de assunto, mas também uma reformulação do seu cronograma de disparos de emails.

O campo de assunto não importa? Sim, os destinatários gostam muito de manchetes de jornais e chamadas dos seus programas na TV, mas da mesma forma, vão ler a dos seus colunistas favoritos e prestar atenção as chamadas dos seus programas preferidos, independentemente do tema, porque sabem que irão achar o valor que procuram.

Solange Carvalho

Fonte: http://www.frontier.com.br/novo/institucional/Novidades.aspx?IDNovidade=114&utm_source=DM&utm_medium=emkt&utm_content=newsletter6&utm_campaign=FRNL0007

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Alphabase apresenta AlphaSurvey

7 de junho de 2011
por HBSnet

Estamos com uma oportunidade exclusiva até o dia 15/06/2011. A Alphabase está lançando ao mercado o AlphaSurvey.

Através do AlphaSurvey, você poderá ter acesso a uma poderosa Pesquisa de Qualificação, podendo efetuar várias ações de inteligência e marketing.

Caso tenha interesse, mande um email para datalistasmg@hbsnet.com.br

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Diretor da HBSnet participa do lançamento do Alphabase Marketing Interativo

13 de maio de 2011
por HBSnet

Foi realizado na sede da Editora Abril a apresentação do Alphabase Marketing Interativo. A reunião contou com a participação de toda a equipe Alphabase, começando com uma apresentação de Fernando Cirne, diretor de e-commerce.

Segundo Vicente Argentino, diretor comercial do Alphabase, a DataListas passa a integrar o Alphabase, agregando todo o knowlege e expertise adquirido ao longo de 14 anos. Isto passa uma grande credibilidade ao mercado e com a integração junto ao Alphabase, passamos a oferecer mais serviços e soluções interativas.

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Alphabase Marketing Interativo

12 de maio de 2011
por HBSnet

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DataListas agora faz parte do Alphabase – Abril Mídia

12 de maio de 2011
por HBSnet

Foi apresentado ao mercado de marketing direto,  nesta terça feira (10/05/2011), durante o XVII Prêmio ABEMD, o novo posicionamento da unidade de negócios DataListas (Ed. Abril).

Integrada a Abril Mídia, o Alphabase é a unidade de negócios da Abril Mídia que oferece soluções de Marketing Interativo para um mercado em plena evolução. Você tem a disposição produtos e serviços para se comunicar de forma integrada nos diversos canais, utilizando a audiência Abril e de empresas parceiras. Use este poderoso ímã para atrair o seu consumidor. Fale com quem você quer falar, na hora e local certo.

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ABEMD lança Indicadores ABEMD de E-mail Marketing

24 de fevereiro de 2011
por HBSnet
A Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) lança a primeira edição do estudo Indicadores ABEMD de E-mail Marketing, inédito no Brasil, realizado pela Simonsen Associados. O levantamento apurou que 78% das empresas entrevistadas utilizam o e-mail marketing e que a maioria delas, cerca de 31%, investe até 10% do seu budget de Marketing Direto no canal. Para 26% da amostra, o e-mail é o responsável por trazer até 5% da receita total. O estudo aponta também que o número de campanhas é expressivo. Cerca de 29% dos entrevistados, por exemplo, fazem de 10 a 50 campanhas mensais. Outro dado interessante é o número médio mensal de e-mails enviados, sendo que mais de 14% enviam mais de 1 milhão de e-mails marketing e outros 17% entre 500 mil a 1 milhão. 

“O crescimento do uso das mídias online é nítido, sendo que o e-mail marketing é indispensável inclusive para as mídias sociais, pois é a cola de todo o fluxo de informações e relacionamento. Acompanhamos esta evolução no estudo anual Indicadores ABEMD e, motivado por ele, desenvolvemos uma versão específica para analisarmos o mercado de e-mail marketing. Os Indicadores ABEMD de E-mail Marketing são um estudo importante para as empresas do segmento, que agora têm dados para reflexo e posicionamento no mercado, que cada vez mais busca o diálogo em suas ações”, explica Efraim Kapulski, presidente da ABEMD. 

Outro aspecto a ser notado no levantamento é a freqüência no envio de mensagens. Cerca de 48% dos entrevistados fazem envios mensais de ações de relacionamento por e-mail.  

“Este estudo consolida a ideia que já tínhamos da grande importância do e-mail marketing na comunicação e marketing das empresas, seja ele utilizado para relacionamento, vendas ou promoção”, diz Antonio Cordeiro, presidente da Simonsen. 

Todas as informações deste estudo – inéditas e relevantes – foram geradas da coleta de dados junto a 68 profissionais/empresas altamente qualificados, entre usuários e clientes. 

Abordagem e metodologia 

O objetivo deste primeiro estudo exploratório é estabelecer uma base de informação preliminar sobre as campanhas de e-mail marketing desenvolvidas como uma das atividades do setor de marketing direto. 

O estudo do mercado de marketing direto mostra o crescimento significativo do negócio digital e a busca cada vez mais intensa de novas ferramentas para empresas estabelecerem o diálogo e relacionamento com os seus mercados, sendo o e-mail marketing uma dessas atividades. 

Os resultados apresentados no presente trabalho resultam do tratamento de dados e informações obtidas de:     

1 – Trabalho conjunto e colaborativo da ABEMD e SIMONSEN ASSOCIADOS, buscando estabelecer alguns questionários contendo tópicos e  aspectos selecionados sobre a atividade. 

2 – Fontes Primárias, representadas por entrevistas desenvolvidas com empresas prestadoras de serviço de marketing direto e empresas clientes, buscando desenvolver, a partir dessas informações coletadas, um maior conhecimento sobre as campanhas de e-mail marketing sendo realizadas no mercado brasileiro. 

A coleta de informações foi realizada entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011, com 68 empresas. 

Para acessar:http://www.abemd.org.br/indicadores/IndicadoresEmailMktA.pdf

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